Indicação Geográfica: uma via para o crescimento econômico para Nazaré das Farinhas e Maragogipinho, Bahia

Adriano Alves de Rezende, Marcelo dos Santos da Silva, Lindomar Pegorini Daniel

Resumo


Diante da crescente competitividade em todos os mercados, estabelecer uma distinção em produtos ou serviços com características peculiares pode proporcionar a esses bens a diferenciação necessária para se destacarem em mercados dinâmicos e de concorrência acirrada. Assim, este artigo visa identificar potenciais Indicações Geográficas (IGs) no Estado da Bahia, especificamente para a farinha de Nazaré e a cerâmica artesanal de Maragogipinho. Para tanto, utilizou-se o mapeamento de características tidas como relevantes por Valente et al. (2013) e adaptadas metodologicamente por Rezende et al. (2015). Após análise das informações, percebeu-se o significativo potencial para ambos os produtos requererem o signo de indicação geográfica. Devido à proximidade geográfica das regiões produtoras e à existência de um polo de comercialização comum (Nazaré), os efeitos da obtenção da IG tendem a ser potencializados a partir do espraiamento regional.


Palavras-chave


Nazaré das Farinhas. Maragogipinho. Produção artesanal. Indicação Geográfica.

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