Atuação do IPARDES como Agência de Verificação Independente do Banco Mundial garante liberação de US$ 5,62 milhões para projeto de gestão ambiental do IAT 23/02/2026 - 15:58
[15:58, 23/02/2026] Aurélio Munhoz Ipardes: A atuação do IPARDES (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) como IVA (Agência de Verificação Independente) do Banco Mundial garantiu a liberação de US$ 5,62 milhões para o projeto desenvolvido pelo IAT (Instituto Água e Terra) de aperfeiçoamento do Portal i9 ambiental, o que inclui a implantação de um sistema de alerta da qualidade do ar em tempo real, além de outros sistemas, como a base planialtimétrica do Paraná.
A iniciativa foi desenvolvida por meio do Projeto de Inovação e Modernização da Gestão Pública do Paraná - Paraná Eficiente.
O IPARDES foi designado como IVA do Banco Mundial devido à alta qualidade técnica e à precisão das análises, estudos e pesquisas que realiza em benefício da sociedade paranaense. No cumprimento dessa tarefa, o IPARDES analisou todos os indicadores definidos pelo Banco Mundial como exigência para a aprovação e a liberação dos recursos aos projetos.
Da assinatura da liberação dos recursos, participaram o secretário estadual do Planejamento, Ulisses Maia; o presidente do IPARDES, Jorge Callado; e o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT, José Luiz Scroccaro.
"O desembolso de R$ 29,7 milhões de reais do Banco Mundial ao Governo do Estado é uma constatação do trabalho bem realizado nesta gestão. Dessa forma, a Secretaria do Planejamento, por meio do Paraná Eficiente, contribui para trazer mais recursos ao Paraná, o que retornará à população em projetos como a melhoria no sistema de alerta de riscos de desastres naturais”, comentou o secretário do Planejamento, Ulisses Maia.
O presidente do IPARDES, Jorge Callado, explica que a autarquia tem buscado, nos últimos 20 anos, excelência em avaliações de políticas públicas.
A função do Ipardes no Paraná Eficiente é desenvolvida pelo Departamento de Avaliação de Políticas Públicas, chefiado pela socióloga Angelita Bazotti. De acordo com Jorge Callado, o trabalho é atestar que os produtos entregues pelos executores alcançaram os requisitos exigidos pelo Banco Mundial para a realização dos desembolsos de forma segura e transparente.



